Só solidão
Sara Marques. 14 anos


→ Mar 2012 "Vejo as faces iguais, opiniões iguais, pensadores como antes já não se fazem mais. Professores, governantes, já não se importam mais. Aliás, pergunte ao povo o que um deputado faz. Heróis da pátria já não se encontram pelos jornais, heróis de internet parecem bem mais legais. Adolescentes de hoje já não descobrem nada, só quando se trata do uso de suas genitais…" — Rashid (via gozando-borboletas)

(Source: rap-em-acao, via filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012 "Escrevo o que vem da mente e foge do coração.
Escrevo poesias rimadas que criam uma canção.
Escrevo amores perdidos, corações feridos que vem e vão.
Escrevo o que tenho vontade, desde o sim até o não." — Carolina Cure, Escritora imaterial (via gozando-borboletas)

(Source: imaterializar, via filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012 "Tem coisas na vida que não há como entender. Depois de um certo tempo, acordamos correndo, comemos correndo, trabalhamos com olheiras, estudamos entediados e desmaiamos no que nos parece ser a melhor cama do mundo, engraçado é que cada um tem uma. Nos vemos presos na rotina, e se relembrarmos o que fizemos durante a semana, nos vem apenas a correria do dia-a-dia na cabeça. Esquecemos dos trechos de sonhos que rabiscamos num papel qualquer. Esquecemos da parede que olhamos por dois minutos, enquanto mordia os lábios e imaginava algo distante. Vai ficando tudo esquecido, tudo abandonado para os cantos. E se deixar ficamos loucos, destruídos pelo cansaço num tempo que é igual para todos, e que corre conforme ele mesmo quer: Sempre da mesma forma. Agora… Com licença. Voltarei a meus afazeres…" — Luiz H, escrevi e sai correndo (via gozando-borboletas)

(Source: velhomoinho, via filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012
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gozando-borboletas:

O doce da tua boca tá desaparecendo no meu paladar e numa ânsia análoga à abstinência eu quebro meu nariz contra a mesa de vidro. Tento vasculhar outras bocas em busca do teu adorável mel, mas nenhuma língua tem as flores que da tua brotava. Vou engolindo saliva alheia sem poder escarrar esse…

(Source: filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012
Tanta gente me seguindo.. tão pouca gente me lendo.

(Source: filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012 "A partir de hoje vou abrir as portas, esvaziar as gavetas, e que o vento leve tudo que me faz lembrar você. Que eu consiga arrumar toda essa bagunça, tirar esse perfume impregnado em minhas coisas. Talvez eu consiga me desfazer de todas as coisas que me faz lembrar você, seus discos, suas revistas, seus poemas, seu perfume. Talvez eu consiga me desfazer de você. É talvez, é tudo incerto. Sim ou não, certo ou errado. Talvez eu consiga, talvez não." — Mariana Costa. (via gozando-borboletas)

(Source: inviavel, via filosofias-de-um-largado)

→ Mar 2012
→ Mar 2012 "Para quê serve uma relação?
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado. Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso. Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa. Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem corpo um do outro quando o cobertor cair. Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois." — Drauzio Varella.  (via inviavel)

(Source: discretamente, via inviavel)

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